Sexta-feira, 27 de Setembro de 2013

Mudança de endereço

Nova época, novos desafios. Mudámos de casa. A partir de agora, estamos em

obitri.wordpress.com

Para o melhor clube, a melhor plataforma! 

publicado por Ricardo Santos Pinto às 10:25
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branco mais branco não há

Desde a tentativa de fazer crer que Sócrates e os socialistas nada tinham a ver com a bancarrota do país que nunca se tinha visto tamanha campanha de branqueamento, algo que seguramente escapou aos especialistas de marketing da Xau, a tal que supostamente lavava mais branco. Jesus lava mais branco. O Benfica lava muito mais branco.

Os portugueses, pelo menos quatro milhões, viram as imagens nas televisões. Pois Luís Filipe Vieira (de quem se diz fazer parte dos 4, e não dos 6 milhões, ainda que os presida) disse que não viu qualquer agressão. Terá ido, ele sim, ao quarto de banho. Na altura e sempre que as imagens passaram nas televisões, mesmo que gentilmente (e cada vez mais) censuradas. Espero que melhore rapidamente. Vai daí acreditou nas declarações do seu parceiro: não se teria apercebido ele de que lutava violentamente com polícias, pensando que eram meros seguranças (sem perceberem ambos a gravidade de tal afirmação).

 

Murros na cara dos polícias, catanadas violentas nos braços dos agentes das autoridades, tentando impedir uma detenção legítima pelas forças policiais, algo que com qualquer outra pessoa neste país implicaria o direito constitucional de apanhar umas valentes bastonadas dos agentes da autoridade e a oferta de uma dormida grátis numa cela prisional com o seu Djalmão como terapia, para ver se lhe passava o nervoso miudinho de querer salvar aquele miúdo nervoso que tinha invadido o campo desportivo. Todos vimos, menos o personagem principal e o seu presidente. E os seis milhões.

Disse ainda o homem que apenas pretendia «serenar os ânimos», no que podemos acreditar piamente vendo as imagens da televisão: não há nada melhor para serenar os ânimos do que desferir uma carga de porrada no próximo. Muitos cônjuges dizem que, depois, ele/ela acalma-se e fica tudo bem. Partir serviços de louça oferecidos pela sogra também é muito recomendado. Eu próprio já fiz em migalhas um comando de televisão, pouco antes do Kelvin ter marcado, mas ainda hoje choro não poder ter visto logo as repetições. Mais tarde saciei-me, é certo, vendo e revendo o ajoelhado ao som de um estádio imenso a gritar “Portôooo!”.

 

O Presidente da agremiação veio entretanto acrescentar que os polícias se excederam, que aquilo era uma invasão pacífica, queixando-se até que o seu treinador perdeu a voz e o relógio. Julgo que pretende a realização de um pequeno inquérito individual prévio a qualquer invasão de campo: “o senhor adepto vai invadir o campo pacificamente ou é para arranjar confusão?” seria talvez a pergunta indicada e as invasões seriam mais ordeiras.

No meio desta novela apareceu (aparece sempre) um idiota útil que se queixa de uma suposta agressão, que ninguém ao lado, atrás ou à frente viu ou assistiu (nem mesmo quem o convidou para o camarote do Estoril), apenas para afastar as atenções e criar ruído. Não percebi se se queixa de o terem chamado de “meiínhas de lã” ou de lhe puxaram os cabelos, talvez um piparote na orelha esquerda, mas a alegada agressão não foi seguramente o suposto murro de que se queixa, pois da pessoa em causa teria ido parar à bancada oposta do recinto, não tenho a menor dúvida. Certo é que um pequeno arrufo num camarote dificilmente é comparável com a batalha campal que vimos na televisão com o treinador de que falava.

 

Vejo no Correio da Manhã que Cardozo se disponibiliza para defender Jesus. É justo. Pois se tentaram defender que Cardozo nunca agrediu Jesus, aquando do Guimarães, não obstante as imagens e a realidade, Cardozo está perfeitamente à vontade para jurar que Jesus nunca agrediu os polícias, em Guimarães, não obstante as imagens e a realidade. Se comeram da primeira vez, por que não irão comer da segunda? Ou terceira, quase que me esquecia da festinha de Luisão ao árbitro... Julgo que teremos de ir todos ao oftalmologista e esquecer de uma vez por todas que o céu é azul: é vermelho! Nós é que não vemos bem a coisa…

 

Mais grave é o que vi no jornal Público. Tem na página 47 do dia 25 de Setembro todo o espaço destinado a defender a posição avermelhada. Em caixa larga, vai também a posição do Provedor da Ética do Desporto (juro!), Manuel Sérgio. Terá dito esse iluminado à Rádio Renascença, dizendo-se “amigo assumido do treinador do Benfica”, com quem já teria trabalhado no «gabinete de inteligência competitiva [sic] no clube da Luz”, que “como amigo” não se devia calar e que a situação não tinha relevância penal (que sabe ele?!?). Jesus era “quixotescamente generoso”… Pois será. Inventará moínhos e porá milhões a sonhar irrealidades e conquistas fantasiosas: o problema é saber se isso lhe permitirá violar a lei e agredir as forças policiais, que não são criações de Cervantes, antes pessoas que nos devem proteger dos arruaceiros.

publicado por Vasco Lobo Xavier às 10:20

editado por Ricardo Santos Pinto às 10:29
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013

A 20ª

 

 

Mais uma Supertaça. Não é que seja uma competição de extrema importância (pelo menos para mim) mas não deixa de ser uma vitória numa competição. Quanto ao jogo propriamente dito, gostei, sinceramente gostei. Vi uma equipa a ter momentos muito bons de futebol. Pressão alta, boas trocas de bolas, futebol rápido, domínio absoluto do adversário. Gostei da estreia do Licá, mostrou que pode ser muito útil numa posição que o nosso clube está deficitário, além de ser jovem, português, é fanático pelo FC Porto o que é muito bom para manter a nossa mistica. Vi um Lucho muito diferente (para melhor) em relação à época passada, um Fucile "repescado" em boa hora, um Jakson com a eficácia habitual, uma defesa intransponível, em suma, um jogo muito bom mesmo para esta altura da época. 

Uma nota final para o V. Guimarães, uma equipa lutadora, sem nunca virar a cara à luta e com uma massa associativa fantástica, serviu para abrilhantar ainda mais o jogo. Muito bom mesmo.

publicado por Pedro Sousa às 14:42

editado por Ricardo Santos Pinto em 13/08/2013 às 02:04
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Quarta-feira, 7 de Agosto de 2013

A urgência de renovar com Jackson Martinez


40 milhões de euros é dinheiro, mas um dinheiro que qualquer tubarão do futebol europeu pode pagar por Jackson Martinez. O último interessado parece ser o Manchester United, na iminência de perder Rooney para o Chelsea.
Não é que a renovação de contrato, com consequente aumento da cláusula de rescisão, evite a saída daquele que nos tem dado tantas alegrias. Mas para além de esse aumento ser de alguma forma dissuasor, é totalmente diferente, se ainda assim a transferência se concretizar, encaixar 50 ou 60 milhões ou encaixar 40. Até porque, olhando para as últimas notícias, até mesmo em nossa casa, ele vale muito mais do que isso.
O bom mesmo seria manter Jackson Martinez por mais um ano. Até porque não estou a ver que haja grandes alternativas. Mas começo a duvidar, habituado que estou a dissabores do género na recta final do mercado.

publicado por Ricardo Santos Pinto às 21:53
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Segunda-feira, 5 de Agosto de 2013

Emirates Cup: Finalmente os reforços


O FC Porto 2013/2014 apresenta um plantel bem mais completo do que o da época anterior e com ssoluções bem mais interessantes para posições que anteriormente estavam mais desfalcadas.
Algo que foi particularmente visível na Emirates Cup deste fim-de-semana e sobretudo no jogo contra o Nápoles. Isso e os reforços que finalmente se vão revelando. Quintero jogou, fez jogar e esteve na base de 2 dos 3 golos. Numa posição, recorde-se, que durante toda a pré-temporada foi entregue a Lucho. Herrera, por sua vez, mandou no meio-campo e mostrou por que razão o FC Porto foi buscá-lo para o lugar de Mourinho. E até Carlos Eduardo teve aquele passe excelente para o último golo.
No ataque, Ghilás voltou a marcar, naquele que foi o golo do empate, e Licá somou pontos na luta pela continuidade no plantel. Nenhum dos 2 terá lugar no onze principal, mas ficou mais uma vez provada a utilidade que poderão vir a ter em determinados momentos da época.
Ou me engano muito, ou poderá haver uma surpresa no onze a apresentar por Paulo Fonseca na Supertaça...
Já agora, para quando o fim da madição das grandes penalidades? Não há ninguém por ali que saiba marcar a merda de um penalty?

publicado por Ricardo Santos Pinto às 15:55
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Sexta-feira, 2 de Agosto de 2013

Álbum do FC do Porto 1984 - 1999

Dediquei 15 anos da minha vida - 1984/1999 - a recolher diariamente na imprensa todas as notícias e reportagens sobre o FC do Porto. Chamei a essa obra o «Álbum do FC do Porto».

O método era muito simples. Começava por comprar o jornal do dia - quase sempre o «Jornal de Notícias», numa curta fase o «Notícias da Tarde» e muito mais tarde o «Público». Para além dos desportivos, claro. Na altura, havia «A Bola» e o «Record», mas o da minha preferência era a «Gazeta dos Desportos». Em 1985, foi lançado «O Jogo».

Pegava então na tesoura e recortava tudo o que dissesse respeito ao FC do Porto. Com o inseparável rolo de fita-cola ao lado, arquivava tudo em folhas A4. Não de uma maneira qualquer, mas com critérios jornalísticos, como se se tratasse de uma verdadeira reportagem do jogo em causa.

Na inocência dos meus 13 anos, imaginava que o «Álbum do FC do Porto» era uma publicação periódica, da qual eu era o director. O director e tudo o resto, pois não havia mais ninguém. No final do ano, estavam reunidas centenas de páginas numa capa de argolas devidamente decorada de azul e branco.

   Final de Basileia

 

Durante grande parte de uma adolescência tímida e solitária, o FC do Porto foi o meu único amigo e este Álbum que criei era a materialização dessa amizade. O Álbum e o Estádio das Antas, que era então a minha segunda casa. Ali passava horas a fio, ora integrado na claque dos «Dragões Azuis», ora sozinho a deambular entre o estádio, a piscina e o pavilhão. Ali passei aquele que provavelmente foi o dia mais triste da minha vida.

Por tudo isto, foi com um misto de tristeza e de alegria que decidi oferecer hoje esta minha obra ao Museu do FC do Porto. Feitos os contactos prévios há umas semanas, chegou a hora de me despedir de algo que representa uma fase muito importante da minha existência. 

Em muitos anos, é a primeira vez que conto isto publicamente. E poucos, muito poucos, foram aqueles que puderam passar os olhos pela minha obra. Também por isso, pareceu-me que o melhor sítio para ela não seria o móvel escondido cá de casa. 

Um Museu! Que melhor destino para algo que me diz tanto? É assim, destas pequenas coisas, que se faz a grandeza de um clube.

publicado por Ricardo Santos Pinto às 22:05
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Miguel Sousa Tavares ou o FC Porto Fashion

Dois artigos de opinião, publicados recentemente, que me merecem um comentário. No «Record», Luís Pedro Sousa considera que o plantel do FC Porto para a época 2013/2014 é menos competititvo do que o da última época e que, por isso, o Benfica leva vantagem. Não concordo nada, basta ver o que tem sido a pré-temporada de cada uma das equipas, mas é bom que pensem assim.

Em A Bola», Miguel Sousa Tavares volta a mostrar os seus dotes de grande analista do fenómeno futebolístico. A sua visão do que acontece no rectângulo de jogo é única e a clarividência dos seus textos comprovam, se dúvidas houvesse, que estamos em presença de um verdadeiro «expert» do futebol.

Na sua última crónica, Sousa Tavares faz a análise da pré-época do FC do Porto e compara-a com a da temporada passada. E é impossível não concordar com algumas duas suas ideias, que nos ajudam a compreender melhor a dinâmica de jogo deste FC do Porto, e lamentar o facto de um analista do seu quilate não ter seguido a carreira de treinador.

Eis algumas dessas pérolas, escritas como sempre de forma lúcida e rigorosa: 

- o FC do Porto que venceu o Milionarios em Bogotá assemelhou-se, em termos de qualidade, ao FC do Porto de José Mourinho que conquistou a Liga dos Campeões em 2004;

- o equipamento do FC Porto para esta época (azul-celeste ?!) é muito mais bonito do que o da época anterior;

- no FC Porto - Celta de Vigo, o Estádio do Dragão estava a rebentar pelas costuras; 

- Defour tem um penteado muito feio, inadmissível num clube como o FC do Porto.

Em suma, e este parece ser o pensamento basilar de Sousa Tavares para a nova época, o FC Porto pode ser Campeão porque tem um equipamento mais bonito, mas se Defour jogar não o será, já que o seu penteado é muito feio. Felizardo o clube que tem analistas desta qualidade entre as suas fileiras! 

publicado por Ricardo Santos Pinto às 17:14
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Segunda-feira, 29 de Julho de 2013

Quinto jogo de preparação: FC Porto - Celta de Vigo


Desta vez não gostei do que vi. É verdade que só vi a segunda parte, mas pareceu-me uma equipa lenta, amorfa, sem soluções para ultrapassar equipas super-defensivas. A primeira parte, pelos vistos, foi melhor e o golo lindíssimo, mesmo tendo sido marcado em fora-de-jogo.
Dizem que são ainda os efeitos da digressão à América, mas a verdade é que este tipo de equipas, que põem o autocarro à frente da baliza, é o que há mais na Liga portuguesa.
Faltam 15 dias para a Supertaça e a equipa-base parece já estar encontrada. O que, a julgar pelo jogo de ontem, não sei se será grande coisa. Penso que Paulo Fonseca já o sabe, mas chegou a hora das grandes decisões. Titulares, emprestados e por aí fora. Quando formos a Londres, na próxima semana, convém que tudo fique decidido.

publicado por Ricardo Santos Pinto às 14:11
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O enigmático caso do jornal «Record»


O jornal desportivo «Record» tem-se pautado, desde há muitos anos, por um anti-portismo militante que chega a atingir as raias do absurdo. Um anti-portismo que atingiu o auge com Rui Cartaxana, entretanto falecido, e que o director agora empossado, um jornalista manhoso que conhecemos de ginjeira, promete recuperar.
Confesso que não é algo que me preocupe muito. Leio apenas as capas do «Record» e a última vez que comprei o jornal deve ter sido em 1987 quando o FC Porto foi Campeão Europeu. Não me preocupa e, pelo contrário, dá-me um certo gozo. Cada uma das capas daquele jornal é como se fosse uma medalha para o nosso clube.
A questão aqui é outra. Sendo um periódico especializado, o «Record» tem obviamente um público-alvo muito mais reduzido do que teria se fosse uma publicação generalista. Até pode ter mais leitores, mas são apenas os leitores que gostam de futebol. Ora, o que ganha um jornal que se quer lucrativo em hostilizar de forma permanente e contínua uma fatia significativa do seu público-alvo?
Não sei se o anti-portismo vende muito, mas estou em crer que o portismo vende muito mais. Então, qual a razão que leva a que a cada passo o jornal demonstre o seu ódio pelo FC do Porto, mesmo quando nada está em causa a não ser um mero jogo particular?
Seja como for, já deu para ver ao que vem João Querido Manha. Começa mal, sim, e parafraseando a capa de hoje, pelos vistos as coisas continuam na mesma por aquelas bandas.

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publicado por Ricardo Santos Pinto às 14:11
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Quinta-feira, 25 de Julho de 2013

Quarto jogo de preparação: Milionarios - FC Porto


Continuo a dizer que os resultados são o menos importante nos jogos de preparação, mas é sempre mais agradável ganhar do que perder e logo por 4-0 frente a uma boa equipa. A horas impróprias para os portugueses e com condições desfavoráveis, o FC do Porto lá vai espalhando charme por terras colombianas - um mercado emergente que nos pode abrir portas importantes no futuro.
Danilo é o grande destaque do jogo de ontem - com os 3 golos que marcou, não poderia deixar de ser. O primeiro numa jogada individual em que, procurando novos espaços, arrancou para o centro do terreno e rematou à entrada da área; e os restantes em dois livres directos marcados de forma exemplar. Mas o melhor estava guardado para o fim e o golo de Jackson foi uma pequena obra de arte. Imperdível.
Paulo Fonseca fez alinhar uma equipa substancialmente diferente da que alinhou no último jogo, o que se compreende. Só que a fase das experiências está a acabar e o próximo jogo, em casa contra o Celta de Vigo, talvez seja a última oportunidade para fazê-lo.É natural que assim seja, até porque é o jogo de apresentação ao público do Dragão e convém dar a conhecer o máximo de jogadores do plantel.
A partir daí, é pôr a jogar o onze que vai defrontar o Guimarães na final da Supertaça. Pelo que se vai percebendo, Helton tem o lugar assegurado na baliza. Na defesa, Danilo e Alex Sandro são indiscutíveis nas laterais e, ao centro, aposto na dupla Otamendi - Mangala. No meio campo, é certo que Lucho vai começar a época numa posição diferente da que tem sido a sua, sendo que nas costas é muito provável que venha a ter Fernando e Defour, sendo que a qualquer momento Herrera - atrasado em relação aos colegas - poderá conquistar o lugar que foi de Moutinho. No ataque, Jackson é obrigatório ao centro. Nas alas, continuo a apostar em Iturbe e em Varela. Quintero entrará mas lá mais para diante.
Uma dúvida importante continua a ser também a dos jogadores que não vão integrar o plantel. Entre outras coisas, vai depender da evolução do mercado até final de Agosto. Movimentações a acompanhar nas próximas semanas.

publicado por Ricardo Santos Pinto às 12:18
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